Amo-te quanto em largo, em alto e profundo
Minha alma alcança quando, transportada,
Sente, alongando os olhos deste mundo,
Os fins do Ser, a Graça entressonhada.

Amo-te em cada dia, hora e segundo
À luz do sol, na noite sossegada,
E é tão pura a paixão de que me inundo
Quanto o pudor dos que não pedem nada.

Amo-te com o doer das velhas penas;
Com sorrisos, com lágrimas de prece,
E a fé da minha infância, ingênua e forte.

Amo-te até nas coisas mais pequenas.
Por toda a vida. E, assim Deus o quiser,
Ainda mais te amarei depois da morte.



Tradução de Manuel Bandeira



Felizes aqueles que têm a capacidade de sentir um amor assim.
Solidão nunca virá ... se a reciprocidade existir.

Com carinho,

Cynthia

 





Clique Aqui e Envie
Para Seus Amigos



No ar desde 01/07/2008



 


 


| Home | Menu | Fale Comigo | Voltar |


Página melhor visualizada  em Internet Explorer 4.0 ou Superior: 800 X 600
Copyright© ABC do Amor - 2008 - Todos os Direitos Reservados